
Senhor, fazei-me instrumento de vossa generosidade!
Onde houver Seca, que eu espalhe as Águas da Fertilidade!
Onde houver Miséria, que eu distribua a Fartura das Colheitas!
Onde houver Sertão, que eu me torne o Mar da Vida!
Onde houver Trevas, que eu conceda a Energia e a Luz!
Onde houver Isolamento, que eu mostre os Caminhos da Integração!
Onde houver Fome, que eu abasteça de Água as Plantações!
Onde houver Discórdia, que eu seja o Reencontro e a Harmonia!
Que meus braços se estendam e se multipliquem
pela expansão de meus domínios,
levando ao Sertão e ao Agreste
a transpiração de minhas águas férteis, para que...
...Onde houver Desespero, que eu seja a Esperança!
Onde houver Seca, que eu espalhe as Águas da Fertilidade!
Onde houver Miséria, que eu distribua a Fartura das Colheitas!
Onde houver Sertão, que eu me torne o Mar da Vida!
Onde houver Trevas, que eu conceda a Energia e a Luz!
Onde houver Isolamento, que eu mostre os Caminhos da Integração!
Onde houver Fome, que eu abasteça de Água as Plantações!
Onde houver Discórdia, que eu seja o Reencontro e a Harmonia!
Que meus braços se estendam e se multipliquem
pela expansão de meus domínios,
levando ao Sertão e ao Agreste
a transpiração de minhas águas férteis, para que...
...Onde houver Desespero, que eu seja a Esperança!
Esse texto fará parte do livro "Meu Velho Chico", a ser publicado ao final da expedição.
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